Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em abril e maio de 2026, os carros ocuparam o primeiro lugar no ranking dos principais produtos importados da China.
Em apenas cinco meses de 2026, as importações superaram o valor registrado em todo o ano de 2025, o Brasil passou do sétimo para o terceiro principal destino dos veículos chineses em todo o mundo, atrás apenas da Rússia e do Reino Unido.
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), aponta que 37% da importação de carros vem da China.
Em 2009, a China criou um plano de revitalização da indústria automobilística, estabelecendo as premissas da produção e do desenvolvimento de veículos elétricos. Atualmente é o principal fornecedor de carros elétricos ao Brasil, com uma participação de 97% no mercado nacional nos primeiros meses deste ano.
A expectativa dos especialistas para os próximos anos é de que ela sigam conquistando cada vez mais clientes e espaço no Brasil. Para 2030, projetam que as marcas chinesas acumulem uma fatia de 30% de nosso mercado.
Mais do que conquistar espaço no mercado, é fundamental consolidar a confiança do público, comprovando a qualidade de seus produtos e serviços durante a jornada de seus consumidores. Além de se adequar a legislação brasileira, a BYD, por exemplo, foi autuada por condições análogas à escravidão na Bahia, firmando um acordo com o Ministério Público do trabalho.
Fonte: Comex do Brasil, Exame e Autoesporte




